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As cidades estão mudando o jogo da última milha. Mais pedestrianização, mais restrições a veículos poluentes, áreas de carga e descarga mais saturadas... e, ao mesmo tempo, mais urgência em entregar com rapidez e sem falhas. Nesse contexto, o Bicicletas de carga (bicicletas de carga, geralmente com assistência elétrica) se tornaram uma das soluções mais poderosas para operar em centros urbanos.
Mas cuidado: só porque uma cargobike é ágil não significa que a operação seja “fácil”. A diferença entre um ciclo lucrativo e um que vai ser desperdiçado geralmente é a mesma de sempre: vias e planejamento. É aqui que o otimização de rotas deixa de ser “uma vantagem” para ser o coração do negócio.
Neste artigo, falaremos sobre os desafios reais de entregar uma cargobike (com um exemplo claro na cidade velha de Barcelona) e como Routal ajuda a planejar e executar ciclovias de forma eficiente, respeitando a capacidade, os tipos de ruas e as peculiaridades da operação.
Por que as cargobikes são fundamentais para a última milha urbana
Nas áreas centrais (pense na Ciutat Vella em Barcelona: ruas estreitas, seções de pedestres, acesso limitado), um veículo tradicional tem problemas constantes:
- Encontre um espaço para parar sem bloquear.
- Cumpra as janelas de tempo em ruas regulamentadas.
- Evite ficar cercado por restrições de acesso.
- Reduza os incidentes devido ao “não pode ser entregue”.
Una Bicicleta de carga É exatamente o oposto: você pode se mover com facilidade, estacionar com muito menos impacto e acessar áreas onde uma van não cabe diretamente. E também:
- Menor custo de manutenção do que um veículo motorizado.
- Energia mais barata (e previsível) do que combustível.
- Menor risco de penalidades por estacionamento inadequado.
- Operação mais flexível para microhubs urbanos ou lojas escuras.
Os desafios reais da logística ciclística (e por que a otimização é tão importante)
As rotas de cargobike geralmente são Mais curto, sim... mas eles têm que ser muito mais preciso. Em uma bicicleta, cada minuto e cada quilo contam.
1) Capacidade limitada: regra de volume e peso
Uma cargobike tem uma capacidade muito menor do que uma van. Isso requer planejamento com uma lupa:
- Quantas paradas cada rota pode fazer sem quebrar a capacidade.
- Quais pedidos “se encaixam”.
- Quando você deve retornar ao microhub para recarregar.
Sem um bom planejamento, duas coisas acontecem:
- Ou você sai com uma carga baixa e perde produtividade.
- Ou você tem excesso de capacidade e há atrasos, viagens extras e entregas fracassadas.
2) Ruas estreitas e pedonais e acessos difíceis (centro de Barcelona)
Na cidade velha, há seções onde:
- Você não pode entrar em determinados horários.
- Você não pode dirigir em algumas ruas com determinados veículos.
- A navegação muda devido a obras, eventos ou regulamentações locais.
Andar de bicicleta tem uma vantagem, mas você ainda precisa de uma rota que Não faça você ziguezaguear nem o manda para ruas que o atrasam.
3) Estacionamento: o grande gargalo (mesmo se você estiver andando de bicicleta)
Em uma van, parar pode ser difícil. Na cargobike, fica melhor... mas não desaparece. Se a rota não for bem planejada, o entregador acaba:
- Viajando mais do que a conta a pé com o pacote.
- Fazer paradas ineficientes (muitas voltas, pouca entrega).
4) Janelas de entrega e promessas de clientes
No centro urbano, clientes (e empresas) valorizam muito a pontualidade. Se você prometer das 10:30 às 11:00 e chegar às 11:25, o custo não é apenas o horário:
- Isso aumenta a probabilidade de incidência.
- A satisfação diminui.
- As novas tentativas estão se multiplicando.
5) Força de trabalho: mais acessível, mas requer controle operacional
Um ponto muito interessante: ao fazer entregas de bicicleta, Você não precisa de carteira de motorista como em um veículo motorizado. Isso abre o elenco para mais perfis e pode facilitar a escala de pico.
Mas, justamente por causa dessa flexibilidade, é fundamental ter:
- Rotas claras e fáceis de seguir.
- Visibilidade do progresso.
- Um sistema que reduz a improvisação.
6) Sustentabilidade (0 questões diretas) e reputação da marca
Cargobikes são 0 contaminantes em uso (sem emissões diretas). E na cidade, isso não é apenas um argumento “verde”: é um argumento operacional e comercial:
- Menos restrições.
- Melhor ajuste às políticas municipais.
- Melhor percepção do cliente final.
O que significa “otimizar rotas” em cargobike (não é apenas “o caminho mais curto”)
Otimizar para andar de bicicleta não é “pegar o Google Maps e pronto”. Uma boa otimização considera:
- Capacidade (peso/volume) por veículo.
- Tipo de veículo/modal: bicicleta vs van vs motocicleta.
- Zonas e tipos de ruas (acessos, pedestres, restrições).
- Janelas de tempo e prioridades.
- Coletas e entregas na mesma rota (várias paradas e multitarefas).
- Balanceamento de carga entre ciclistas.
- Minimize a distância e tempo, mas sem criar rotas impossíveis.
Resumindo: você precisa de um plano que seja eficiente em teoria e Executável na rua.
Como a Routal ajuda a planejar e executar rotas de cargo/bike
O Routal foi projetado para operações reais de última milha: planejamento, otimização e monitoramento. E na logística de ciclismo, ela agrega valor especialmente em três áreas: planejamento por modalidade, restrições operacionais e Controle do dia a dia.
1) Planejamento por tipo de modo: bicicleta, transporte pesado, mercadorias perigosas...
Nem todas as entregas podem ser feitas de bicicleta. O Routal permite segmento e plano levando em consideração diferentes tipos de operação e veículo (por exemplo, bicicleta para o centro, van para os subúrbios).
Isso permite que você crie um modelo misto (”frota multimodal”) onde:
- A bicicleta faz o que faz de melhor: centro, densidade, difícil acesso.
- O veículo a motor cobre rotas mais longas ou cargas pesadas.
2) Otimização com limites de capacidade
Para cargobikes, “eu não me encaixo” é um problema diário. Com o Routal, você pode planejar rotas que respeitem a capacidade de carga, evitando:
- Rotas que forçam viagens extras.
- Pilotos sobrecarregados.
- Desequilíbrio entre as rotas (uma cheia e a outra metade vazia).
3) Rotas ultraeficientes para áreas de difícil acesso
Em áreas como a cidade velha de Barcelona, a chave é não fazer 5 km a menos: é fazer menos atrito:
- Melhor ordem de paradas.
- Menos desvios.
- Menos “voltas atrás” por ruas mal escolhidas.
- Menos tempo perdido em microdecisões.
O Routal ajuda você a criar rotas otimizado e consistente, que são repetidos, aprimorados e ampliados.
4) Gerenciamento de coleta e entrega (não apenas “entregas”)
Muitas operações de logística de ciclos combinam:
- Recolhas em lojas ou centros.
- Entregas para o cliente final.
- Devoluções ou coleta de contêineres/logística reversa.
O Routal permite que você gerencie coletas e entregas dentro do mesmo cronograma, mantendo a ordem e o controle.
5) Monitoramento e experiência do cliente final
A eficiência não termina quando a rota “sai”. Na logística de ciclismo, é muito útil ser capaz de:
- Monitore o progresso.
- Reduza os incidentes.
- Melhore a comunicação ETA (tempo estimado).
Além disso, o Routal permite que o cliente siga o pedido e forneça feedback (por exemplo, com pesquisas de satisfação), algo fundamental para fechar o círculo: operação + qualidade percebida.
Exemplo: fazer entregas em Ciutat Vella sem morrer tentando
Imagine uma manhã com 40 entregas espalhadas por El Born, Gòtic e Raval. De van, metade do tempo você entraria:
- descubra onde parar,
- evite restrições,
- ande com o pacote de longe.
Na cargobike, o desafio muda:
- maximizar as entregas por entrega sem ultrapassar a capacidade,
- ordene paradas para evitar ziguezagues,
- cumpra o horário comercial,
- evite que o ciclista faça “micro-improvisações” que quebrem o plano.
É aí que uma ferramenta como a Routal faz a diferença: a operação deixa de depender “da pessoa que conhece a vizinhança” e se torna um sistema replicável.
Benefícios claros de otimizar rotas de cargo/bicicleta com o Routal
- Mais paradas por hora (produtividade).
- Menos quilômetros e menos tempo de inatividade.
- Menos incidentes (e menos tentativas).
- Melhor equilíbrio de rotas entre pilotos.
- Escalabilidade: você pode crescer sem que tudo dependa do conhecimento informal.
- Rentabilidade: menores custos operacionais + melhor cumprimento das promessas.
- Sustentabilidade: 0 operação de emissões diretas e mais compatível com centros urbanos.
Lista de verificação rápida: o que verificar se você quiser melhorar seu ciclismo
- Você está planejando com Capacidade real (peso/volume) ou “a olho nu”?
- Você tem rotas repetíveis ou todo dia é improvisação?
- Você separa corretamente o que vai de bicicleta do que outro modo exige?
- Você mede incidentes e novas tentativas por zono/horário?
- Sua operação é otimizada para o centro (acessos, paradas, horários)?
Se alguma resposta fizer você hesitar, provavelmente há espaço para melhorias com a otimização.
A cargobike é o veículo... a otimização é o modelo de negócios
As cargobikes estão provando que podem ser entregues ao centro da cidade de forma rápida, flexível e sustentável. Mas para que essa promessa seja lucrativa, a chave é ter um planejamento que respeite a capacidade, a tipologia urbana e a execução real.
Routal permite gerenciar uma operação de ciclismo com rotas otimizadas, frota multimodal e visibilidade de ponta a ponta (planejamento, monitoramento e experiência do cliente). Se sua meta é operar em áreas complexas, como a cidade velha de Barcelona, e fazer isso com margem, a otimização não é opcional: é o acelerador.
Quer ver como seria a operação de sua cargobike com rotas otimizadas? Descubra o Routal e teste o planejamento real com seus dados.
PERGUNTAS FREQUENTES
O que é uma cargobike?
Una Bicicleta de carga é uma bicicleta projetada para transportar mercadorias (em uma caixa frontal, traseira ou plataforma), geralmente com assistência elétrica, ideal para entregas em ambientes urbanos.
O que é ciclologística?
La ciclologística é a distribuição urbana de mercadorias usando bicicletas (especialmente cargobikes) como principal meio, normalmente suportada por micro-hubs ou pontos de consolidação.
Por que a otimização de rotas é tão importante em cargobikes?
Porque o A capacidade é limitada e as margens dependem da produtividade: fazer pedidos parados, respeitar as janelas de tempo e minimizar os atrasos têm um impacto direto no custo por entrega e na lucratividade.
A Routal pode planejar rotas levando em conta bicicletas e outros veículos?
Sim. O Routal permite que você planeje por modalidades (por exemplo, bicicleta para o centro da cidade e van para uso externo) e otimize de acordo com restrições como capacidade e tipo de operação.
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Em 2026, o logística reversa não é mais “um extra” gerenciado da maneira que pode. É uma parte estrutural da operação: devoluções, coletas domiciliares, pontos de conveniência, remoção de embalagens, gerenciamento de resíduos limpos... e, cada vez mais, circularidade real (recomércio, reforma, reciclagem e devolução de materiais à cadeia).
O problema: o inverso custa dinheiro, tempo e capacidade. E se você não planeja bem, você consome a margem.
O que é logística reversa (realmente) em 2026?
Quando falamos sobre logística reversa, estamos falando sobre o fluxo “de retorno” do cliente ou ponto final para um armazém, um hub, um ponto de triagem, uma oficina de recondicionamento ou um gerente de resíduos.
E isso envolve muito mais do que “pegar um pacote”:
- Recolhas e devoluções (comércio eletrônico, varejo, B2B).
- Intercâmbios (entrega e retirada na mesma parada).
- Remoção da embalagem (papelão, plástico, paletes) em rotas comuns.
- Recolha em pontos de conveniência (armários, lojas, pontos associados).
- Classificação de devolução: revenda, reforma, reciclagem, destruição.
- Rastreabilidade: teste de coleta, condição da embalagem, incidentes, horários.
Na Espanha, o volume de devoluções e sua complexidade já estão no radar: o comércio eletrônico fechou 2025 com 15,2 milhões de devoluções (dados publicados em janeiro de 2026).
E o custo operacional não diminui magicamente: estudos do setor visam aumentos de custo por pacote e à necessidade de investimento tecnológico para contê-lo.
Por que a logística reversa “interrompe” as operações se você a trata como um apêndice
A logística reversa sobrecarrega três coisas se você não a integrar:
- Planejamento de rotas
Fazer 120 paradas “somente para entrega” não é o mesmo que misturar entregas, coletas e trocas. Os tempos mudam, as janelas, as prioridades... e a realidade da rua. - A capacidade do veículo
Por outro lado, o veículo “enche” no meio da estrada. Se você não controla a capacidade (peso/volume/unidades), você se depara com:
- coleções que não cabem,
- rotas que quebram,
- novas tentativas,
- e um custo que sobe silenciosamente.
- A experiência do cliente
A devolução faz parte da compra. E, ao mesmo tempo, um retorno mal gerenciado é uma das maiores fontes de atrito (e chamadas). Não é por acaso que as marcas estão ajustando políticas e processos.
O futuro não é “devoluções gratuitas para sempre” (a menos que alguém pague pela festa)
Durante anos, o mercado promoveu a “facilidade de devoluções” como uma vantagem competitiva. Mas o pêndulo está se movendo: cada vez mais varejistas estão limitando os retornos ou taxas de cobrança (especialmente para devoluções pelo correio), deixando opções gratuitas na loja ou em pontos específicos.
Exemplos recentes e comentados na mídia do setor:
- Taxas para devoluções por correspondência em marcas como Zara ou H&M, entre outros, e mais pressão para usar canais de retorno mais eficientes (loja/ponto).
- Grandes varejistas expandindo as janelas de devolução em campanhas, mas introduzindo taxas em alguns métodos de devolução.
Tradução operacional: “tudo gratuito, tudo fácil, tudo por meio de mensagens” não aumenta quando os custos e o impacto ambiental aumentam. Se o cliente quer “conveniência total”, o mercado está começando a dizer: perfeito, mas depois você cobra (ou um canal mais eficiente é incentivado).
E aqui está uma ideia-chave para 2026: não se trata apenas de reduzir os retornos; trata-se de projetar um sistema econômico para gerenciá-los quando eles ocorrem.
Circularidade: transformar o inverso em uma operação útil (e mensurável)
A logística reversa econômica geralmente tem um desses resultados:
- Recomércio (revenda).
- Recondicionamento (segunda vida).
- Reciclagem (o material retorna ao sistema).
- Devolver ao fornecedor (Circuitos fechados B2B).
O salto importante é passar da “coleta de devoluções” para a “gestão das devoluções com um destino claro”.
Caso real de circularidade: Ecoembes MillAzul (papelão limpo na rota usual)
Um exemplo muito interessante é Moinho Azul, um teste piloto da Ecoembes em Coslada (Madri) para facilitar a reciclagem de papelão nas lojas por um período aproximado de Três meses, como uma solução eficiente para papelão gerado em sua atividade diária. Gerando um novo modelo de negócios para a empresa de entrega de pacotes, garantindo que o caminhão estivesse sempre cheio.
Em projetos desse tipo, o grande desafio não é “a ideia” (pegar papelão limpo parece fácil), mas Encaixe-o na operação real sem adicionar um custo extra brutal: mesmas vans, mesmas rotas, mesmo dia... mas adicionando a coleta de lixo limpo com total rastreabilidade.
É aí que a tecnologia faz a diferença: se você pode planejar entregas e coletas em conjunto, controlando a capacidade e os tempos, a circularidade deixa de ser um piloto “bonito” e se torna um serviço sustentável e econômico.
O que muda quando você integra entregas e coletas no mesmo plano
Se sua operação mistura direta e reversa, você precisará responder a perguntas muito específicas:
- Quais paradas são submete, o que são Recolha E o que eles são troca?
- Quais picapes podem ser transportadas em qualquer veículo e quais elas precisam? capacidade mínima?
- O que acontece se uma rota já estiver “carregada” com entregas e também tiver 15 coletas?
- Como você prioriza se há janelas de tempo e SLAs diferentes?
- Como evitar quilômetros “vazios” para pegar algo que você poderia ter pego “de passagem”?
Isso não é resolvido com “adicionar mais uma parada”. É resolvido com otimização conjunta.
Como a Routal ajuda a tornar a logística reversa lucrativa (e não uma brecha de margem)
Na Routal, a logística reversa não é gerenciada como uma exceção: ela é integrada ao mesmo planejamento da entrega.
1) Planejamento integrado de entrega e coleta
Você pode criar rotas onde eles moram juntos:
- entregas ao cliente,
- cobranças de devoluções,
- recolhido em pontos de conveniência,
- e trocas (entrega + coleta na mesma parada).
O resultado: menos quilômetros, menos improvisação e menos repetições.
2) Capacidade do veículo para garantir coletas viáveis
A chave que muitas operações ignoram: Uma picape nem sempre serve.
O Routal leva em consideração o Capacidade do veículo para atribuir picapes a rotas onde elas são realmente possíveis (dependendo do volume/unidades/peso, dependendo do modelo operacional).
Isso evita o clássico “sim, nós pegamos”, que se torna:
- “não coube”,
- “passe por aqui amanhã”,
- “duplicamos a rota”,
- “e a margem desaparece.”
3) Monitoramento e execução de ruas
O inverso requer evidências e informações:
- confirmação de coleta,
- incidentes,
- em tempos reais,
- rastreabilidade por parada.
E quanto melhor você fechar esse ciclo, mais fácil será:
- reduzir chamadas,
- antecipar problemas,
- e tome decisões sobre políticas de devolução com base em dados (não na intuição).
Vantagens da logística reversa quando você faz isso da maneira certa
Usando o vantagens da logística reversa como alavanca (não como um custo inevitável):
- Melhor experiência do cliente (coletas programadas e confiáveis).
- Menor custo por devolução (integração em rotas existentes).
- Mais circularidade real (menos desperdício, mais reutilização).
- Dados para decidir (quais produtos devolvem mais, onde, por que e quanto custa).
- Rentabilidade defensável: você pode manter um bom serviço sem cedê-lo.
2026 trata de equilibrar serviço, custo e circularidade
A logística reversa continuará crescendo, mas o mercado está deixando uma coisa clara: Não é sustentável que seja gratuito e ilimitado... a menos que o cliente pague esse custo ou você o transforme em uma operação otimizada.
Se sua operação já faz (ou vai fazer) devoluções, cobranças, trocas ou circularidades, como papelão/embalagem limpos, a questão não é se você faz isso: é Como você planeja que seja lucrativo?.
Routal foi projetado apenas para isso: entregas + coletadas em um único cronograma, com Capacidade do veículo, otimização e controle operacional para que a circularidade não seja um “projeto paralelo”, mas faça parte da vida cotidiana.
Se você quiser falar sobre suas operações e como podemos ajudar a melhorar sua eficiência, Vamos conversar.
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Última milha, inovação, P&D, P+D+i, cidades inteligentes.
A logística urbana está passando por sua maior transformação em décadas. O crescimento do comércio eletrônico, a pressão para reduzir as emissões e a saturação das cidades se concentraram em um ponto crítico que muitas vezes passa despercebido: áreas de carga e descarga.
É aqui que nasce SMART BAYS — Cidade inteligente com gerenciamento flexível e conectado em zonas urbanas de carga e descarga, um projeto estratégico de I+D+i alinhado com a missão europeia da Cidades inteligentes e neutras em termos de clima 2030 .
E sim, a Routal está no centro dessa inovação.
O verdadeiro problema da última milha nas cidades
A Distribuição Urbana de Mercadorias (DUM) é um dos maiores desafios da mobilidade urbana. Hoje, as zonas de carga e descarga operam sob um modelo:
- Estático
- Não é muito flexível
- Sem monitoramento em tempo real
- Sem integração com ferramentas de planejamento
O resultado:
- Veículos de duas filas
- Congestionamento urbano
- Aumento nas emissões de CO₂
- Motoristas perdendo tempo procurando um lugar
- Custos operacionais vertiginosos
O SMART BAYS foi criado justamente para transformar esse modelo.
O que é SMART BAYS?
SMART BAYS é um projeto da pesquisa e desenvolvimento (P+D+i) que propõe um novo modelo de gestão:
🔹 Zonas dinâmicas de carga e descarga
🔹 Atribuição inteligente em tempo real
🔹 Monitoramento conectado
🔹 Gêmeos digitais urbanos
🔹 Algoritmo avançado com IA
O projeto integra tecnologias como:
- Inteligência artificial
- Big Data
- IoT
- Blockchain
- Abotoaduras digitais
E será validado em várias cidades espanholas (Madri, Zaragoza, Sevilha, Donostia, Valência, Vitória, Málaga), com o desejo de escalabilidade europeia.
Os principais objetivos do projeto
O SMART BAYS propõe uma transformação estrutural:
- Crie um modelo algorítmico para gerenciamento flexível das zonas CyD.
- Projete um sistema de monitoramento em tempo real.
- Desenvolva um gêmeo digital para simular cenários urbanos.
- Reduza as emissões e os quilômetros desnecessários.
- Melhore a segurança rodoviária e o fluxo de tráfego.
Impacto esperado:
- 🔻 -10% em custos de logística
- 🔻 -10% nas emissões de CO₂
- 🔻 -80% em quilômetros extras procurando estacionamento
- 🔻 -50% em incidentes devido a estacionamento inadequado
Não estamos falando sobre teoria. Estamos falando de eficiência mensurável.
Onde o Routal se encaixa em tudo isso?
É aqui que a inovação de última milha se torna verdadeiramente poderosa.
Dentro do consórcio de 15 entidades tecnológicas, universidades, clusters e grandes operadores logísticos, Routal lidera pesquisas em otimização de rotas adaptada a áreas dinâmicas de carga e descarga .
O objetivo da Routal na SMART BAYS:
Desenvolva um modelo de otimização que:
- Planeje rotas considerando a disponibilidade dinâmica de assentos CyD
- Direcione o motorista para o espaço livre mais próximo
- Integre a reserva automática de espaço
- Reduza os tempos de espera
- Minimize as emissões
- Ele se adapta a setores exigentes, como HORECA, Pharma e Food
Em outras palavras:
conecte o planejamento de última milha com a realidade do espaço urbano em tempo real.
Isso muda completamente o paradigma atual.
De zonas estáticas a zonas inteligentes
Hoje, um planejador projeta rotas sem saber se o motorista poderá estacionar.
Amanhã, com SMART BAYS + Routal:
- O sistema conhece a ocupação em tempo real.
- O algoritmo é otimizado considerando a disponibilidade.
- O motorista recebe instruções inteligentes.
- A cidade obtém métricas para governança urbana.
Estamos falando de uma logística urbana verdadeiramente conectada.
Inovação aplicada, não teoria
O SMART BAYS não é um piloto isolado. É um projeto com:
- 15 entidades que são especialistas em logística, mobilidade e tecnologia
- Validação com operadores reais: alimentação, farmácia, venda automática, distribuição de cabelo
E acima de tudo:
uma visão clara de uma cidade inteligente aplicada até a última milha.
Por que isso posiciona a Routal como um centro de inovação?
Porque o Routal não otimiza apenas as rotas.
Roteiro:
- Pesquise novos modelos algorítmicos.
- Ele integra a IA em cenários urbanos complexos.
- Ela colabora com universidades e centros de tecnologia.
- Ele participa ativamente de projetos estratégicos de P+D+i.
- Desenvolva soluções alinhadas com a neutralidade climática.
Enquanto outros falam sobre otimização,
A Routal está redefinindo a infraestrutura digital da última milha.
O futuro da última milha estará conectado ou não será
A inovação na logística urbana não envolve apenas a eletrificação de frotas.
Passe por:
- Digitalizando o espaço urbano
- Integre dados em tempo real
- Automatize as decisões
- Reduza o atrito invisível
O SMART BAYS demonstra que o gerenciamento inteligente das áreas de carga e descarga é um elemento-chave na transformação da mobilidade urbana.
E a Routal está no centro dessa transformação.
Você gostaria de fazer parte dessa nova geração de logística urbana?
Se você estiver gerenciando operações de última milha,
se você trabalha em mobilidade urbana,
se você faz parte de uma administração pública,
ou se você simplesmente quiser reduzir custos e emissões...
É hora de aprender como a Routal pode ajudá-lo a planejar a última milha com inteligência real.
👉 A inovação não é mais opcional.
É estratégico.






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