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Restrições logísticas em 2026: ZBE, Windows Hours e carregamento elétrico (e como vencer com o Routal)

Restrições logísticas em 2026: ZBE, Windows Hours e carregamento elétrico (e como vencer com o Routal)

Se em 2024—2025 você já percebeu que a última milha estava “ficando séria”, 2026 é o ano em que muitos restrições eles deixam de ser uma raridade e se tornam parte da vida cotidiana: zonas de baixa emissão (ZBE) controles mais extensos e mais precisos por cronograma e uma realidade operacional que não pode mais ser ignorada: A carga elétrica (e seu impacto real nas rotas, horários e custos).

A boa notícia: essas restrições não apenas “sofrem”. Bem gerenciados, eles se tornam uma vantagem competitiva. E é aí que uma ferramenta de otimização de rotas e planejamento automático como a Routal faz a diferença.

O que são restrições logísticas (e por que em 2026 elas afetam você mais do que antes)

Quando falamos sobre O que são restrições Na logística urbana, nos referimos a todas as regras que limitam Por onde, quando e Com o que Você pode operar:

  • Acesso: ruas ou perímetros onde determinados veículos não podem entrar.
  • Cronograma: faixas onde você pode distribuir/carregar/descarregar.
  • Estacionamento e paradas: tempo máximo, zonas habilitadas, controles.
  • Emissões e tipo de veículo: rótulo ambiental, peso, dimensões, ruído.
  • Energia: autonomia, tempos de carregamento, disponibilidade de pontos.

Em 2026, a peça que mais muda no tabuleiro é a zonas de baixa emissão: A Lei 7/2021 e seu desenvolvimento subsequente exigem o ZBE em municípios com mais de 50.000 habitantes (e outros casos), com requisitos comuns definidos pelas regulamentações estaduais.

Tradução operacional: mais cidades, mais perímetros, mais casuísticas... e mais necessidade de planejar bem.

1) ZBE em 2026: a restrição “mãe” que condiciona sua rota

Zonas de baixa emissão: o que elas têm em comum (mesmo que cada cidade seja um mundo)

A estrutura estadual afirma que um ZBE é uma área delimitada onde eles se aplicam restrições de acesso, tráfego e estacionamento de acordo com o potencial poluidor do veículo, usando a classificação correspondente (etiquetas).

Além disso, o Decreto Real que regula as ZBEs busca homogeneidade mínima: objetivos mensuráveis, delimitação, condições de acesso e acompanhamento/monitoramento.

Exemplo real: Barcelona (ZBE ativo com horário fixo)

Na área metropolitana de Barcelona, o ZBE trabalha nos dias úteis, de segunda a sexta-feira, das 7:00 às 20:00, com acesso condicional a um veículo limpo ou autorização/exceção.

O que isso significa na prática?
Que se sua operação entrar nesse perímetro, o Cronograma de rotas E o tipo de frota elas se tornam uma decisão estratégica, não um detalhe.

Exemplo real: Madri (estudos de caso e moratórias)

Madri é um exemplo claro de por que “saber que existe um ZBE” não é suficiente: existem nuances dependendo do tipo e da localização do veículo. No final de 2025, foi anunciada a extensão da moratória para certos veículos sem rótulo. Registrado Até o 31 de dezembro de 2026, com exceções específicas (por exemplo, áreas de proteção especial).

Lição: se você planeja “a olho nu” ou com regras genéricas, está exposto a:

  • rotas inviáveis,
  • atrasos,
  • sanções,
  • e clientes irritados com os ETAs que não estão sendo atendidos.

2) Janelas de tempo: a restrição silenciosa que mais gasta dinheiro

Las Janelas de tempo (janelas de horário) são as clássicas “se você está atrasado, não é mais atendido” ou “só baixa das 8:00 às 11:00”. E em 2026 eles são mais críticos por dois motivos:

  1. As cidades estão pedindo espaço: maior controle sobre carga/descarga, acesso por seções e até ativação de restrições para episódios (poluição, eventos etc.).
  2. O ZBE em si geralmente tem horários. (como Barcelona: das 7:00 às 20:00 nos dias de semana).

Resultado: sua rota não compete mais apenas com o tráfego. Compita contra o relógio.

3) Carga elétrica: a nova restrição (e a oportunidade) na última milha

Eletrificar a frota de uma cidade faz sentido... até que você tente se encaixar na realidade:

  • faixa variável dependendo da carga, temperatura, estilo de condução,
  • tempos de carregamento que não são “um minuto”,
  • locais movimentados ou off-road,
  • precisa planejar “quedas de energia” assim como você planeja entregas.

E aqui está um ponto importante: as regulamentações estaduais da ZBE buscam fornecer infraestrutura de carregamento, incluindo objetivos mínimos para a implementação de pontos de carregamento dentro e fora da ZBE.

Tradução: a carga elétrica deixa de ser um “tópico do futuro”. Em 2026, já é uma condição de operação e planejamento.

Como melhorar suas operações em 2026 usando o Routal (otimização + planejamento automático)

A chave é não ter “mais pessoas coordenando”. É ter um sistema que Entenda as restrições e otimize com eles.

Aqui está uma abordagem prática (muito cotidiana) para aterrissá-lo em Routal.

Etapa 1: transformar restrições em regras (não lembretes)

Em muitas empresas, as restrições residem em:

  • um Excel,
  • o chefe de um planejador,
  • ou uma mensagem “lembre-se de que não entramos nessa área”.

Isso não escala.

Com o Routal, o objetivo é que as restrições sejam parâmetros de planejamento, por exemplo:

  • Zonas: define perímetros operacionais (ZBE, zonas de acesso limitado, áreas de conflito).
  • Veículos: classifique sua frota por capacidade, tipo (diesel/híbrido/elétrico) e compatibilidade com determinadas áreas.
  • Clientes/paradas: atribuir Janelas de tempo, prazos de serviço e condições (entrega em mão, com assinatura, etc.).

Impacto imediato: o plano deixa de depender da “lembrança”.

Etapa 2: planeje com janelas em tempo real (e reduza o “salto”)

Quando você modela seriamente as janelas de tempo, duas coisas boas acontecem:

  1. O otimizador evita rotas que “no papel” são curtas, mas operacionalmente impossíveis.
  2. Você reduz as entregas fracassadas (e o custo oculto da segunda rodada).

Dica prática:

  • Se suas janelas forem “macias” (ideais, mas negociáveis), crie faixas mais amplas.
  • Se eles forem “durões” (se você se atrasar, eles não cuidarão de você), mantenha-os rígidos.

O Routal pode priorizar a conformidade da janela e equilibrar a carga de trabalho entre os motoristas, evitando que “sempre o mesmo” tenha paradas impossíveis.

Etapa 3: Integre a carga elétrica como mais uma parada (energia = tempo)

Se você tem (ou vai ter) carros elétricos, em 2026 a mentalidade vencedora é:

O carregamento não é um evento. É parte da rota.

O que significa “colocá-lo no plano”?

  • Defina um alcance realista por veículo.
  • Estime o tempo de carregamento (rapido/lento) dependendo da sua operação.
  • Decida a estratégia:
    • carregamento noturno+rota fechada,
    • ou microcargas planejadas para estender os turnos.

Em um otimizador, isso se traduz em restrições e paradas: se você não modelá-lo, o plano sairá bem... e será interrompido às 12:30.

Etapa 4: use o planejamento automático para obter consistência (e não apenas “criar rotas”)

Em 2026, a diferença está na consistência:

  • mesmo nível de serviço todos os dias,
  • menos improvisação,
  • menos “rotas heróicas” que dependem de um motorista habilidoso.

Com o planejamento automático, você pode:

  • gere rotas em minutos com as restrições já incluídas,
  • simule cenários (o que acontece se eu fechar essa área? Se eu eletrificar esses 20% da frota?) ,
  • balanceando a carga de trabalho,
  • e ajuste-se rapidamente aos picos de demanda.

Etapa 5: Monitore e recalcule quando o dia mudar (porque ele mudará)

Restrições + tráfego + incidentes = o plano perfeito dura pouco.

O que você precisa é:

  • rastreamento de rotas,
  • controle da conformidade com janelas de tempo,
  • e capacidade de reagir sem “quebrar tudo”.

Com o Routal, a ideia é que o plano não seja um PDF: é um sistema vivo, com visibilidade para planejador, motorista e cliente (ETAs e comunicação).

Lista de verificação 2026: o mínimo para evitar sofrimento (e começar a melhorar)

Se você quer uma “vitória rápida”, veja isso:

  • Tenho meus mapas mapeados? zonas crítico (ZBE e outras restrições urbanas)?
  • Minha frota é classificada por compatibilidade (quais veículos podem entrar onde)?
  • Minhas paradas têm Janelas de tempo real (não “durante todo o dia”)?
  • Eu incorporei o Carga elétrica (autonomia + vezes) como parte do plano?
  • Estou usando um otimizador que respeita as restrições ou ainda estou “corrigindo” as rotas?

Perguntas frequentes

O que são restrições logísticas?

São regras que condicionam a distribuição: acesso limitado, prazos de entrega, regulamentos de estacionamento, requisitos de emissões e, cada vez mais, necessidades de energia (carga elétrica).

O que são zonas de baixa emissão?

Filho zonas delimitado por uma administração pública onde as restrições de acesso/circulação/estacionamento se aplicam aos veículos de acordo com seu nível de emissões, com o objetivo de melhorar a qualidade do ar e mitigar as emissões.

Por que 2026 é um ponto de inflexão?

Porque a implementação/operação do ZBE é generalizada em mais municípios e o controle operacional é mais rígido: mais perímetros, mais cronogramas, mais casos e mais impacto no planejamento diário.

2026 não é sobre “mais restrições”, é sobre “melhor planejamento”

Sim, haverá mais restrições. Mas a mudança de mentalidade é a seguinte:

  • As empresas que continuarem planejando “como sempre” terão mais atrasos, mais quilômetros vazios e mais incidentes.
  • Aqueles que convertem restrições em regras otimizadoras (ZBE + janelas de tempo + carga elétrica) se distribuirão melhor, com menos estresse e mais margem.

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